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Redação Modo Viagem 9 min de leitura RoteirosPublicado em 07 de agosto de 2026

Florianópolis no feriado de 7 de setembro de 2026: guia de 3 dias sem tirar férias

Feriado de 7/09/2026 cai numa segunda e rende 3 dias de folga sem gastar dia de férias. Veja o que fazer, quanto custa e onde ficar em Floripa.

Florianópolis no feriado de 7 de setembro de 2026: guia de 3 dias sem tirar férias

O feriado da Independência do Brasil, em 07/09/2026, cai numa segunda-feira, e isso muda completamente o jeito de planejar a viagem. Sem precisar pedir nenhum dia de férias, o fim de semana já emenda direto com a segunda e vira uma folga de 3 dias seguidos. É tempo suficiente para conhecer com calma uma das ilhas mais procuradas do sul do Brasil, sem aquele corre de quem tem só 48 horas.

Este guia foi montado pensando em quem quer aproveitar Florianópolis sem torrar o orçamento do mês, com informações práticas sobre praias, preços, deslocamento e hospedagem. Nada de roteiro genérico: cada seção traz nomes de lugares, valores aproximados e tempos reais de trajeto para você organizar a viagem com antecedência.

Quantos dias de folga esse feriado rende

Fazendo as contas do calendário de 2026, a Independência cai numa segunda-feira, dia 07/09. Isso significa que sábado, domingo e segunda formam um bloco de folga contínuo, e o retorno ao trabalho fica marcado para terça-feira. Não é preciso solicitar nenhum dia de férias para fechar esse esquema.

Na prática, isso dá margem para sair de casa na sexta à noite (depois do expediente) ou de madrugada no sábado, e ainda ter três dias completos na ilha antes de precisar voltar. Quem mora em cidades do próprio estado de Santa Catarina ou em regiões próximas do Paraná e Rio Grande do Sul consegue chegar de carro em poucas horas e aproveitar quase o feriado inteiro.

Para quem vem de mais longe, de avião, o ideal é já reservar o voo de ida para a manhã de sábado e o de volta para a noite de segunda, espremendo ao máximo as três diárias de hospedagem. Vale lembrar que, por ser feriado nacional em plena baixa temporada de Florianópolis (setembro ainda é fora do pico de verão), os preços de passagem e pousada tendem a ficar bem mais em conta do que em dezembro ou janeiro.

Por que Florianópolis combina com esse feriado

Florianópolis é formada pela ilha principal, ilhotas menores e uma parte continental, com mais de 40 praias espalhadas entre dunas, lagoas e morros. Essa diversidade de paisagens em uma área relativamente pequena é o que permite variar o roteiro em apenas 3 dias sem passar horas se deslocando entre um ponto e outro.

Setembro está fora da alta temporada, que vai de dezembro a fevereiro, quando as praias ficam lotadas e os preços disparam. Isso quer dizer hotéis mais baratos, trânsito mais tranquilo e restaurantes sem fila — o clima subtropical da região já começa a esquentar nessa época, com dias agradáveis para caminhar, mesmo sem calor de praia.

Outro ponto a favor é a infraestrutura turística da cidade, considerada uma das mais estruturadas do sul do Brasil, com boa sinalização, opções de transporte e variedade de hospedagem para todos os bolsos. Para uma escapada curta que não pode depender de logística complicada, isso faz muita diferença.

O que dá pra fazer em 3 dias

Com 3 dias de folga, dá para dividir a viagem em blocos por região, já que a ilha é grande e as distâncias entre praias do norte e do sul podem levar cerca de 1 hora de carro. A dica de quem já roteirizou a ilha é concentrar cada dia numa área específica, evitando ficar cruzando Florianópolis de um lado a outro.

Um bloco pode ser dedicado à região central e à Lagoa da Conceição, com paradas na orla da lagoa, nas dunas da Joaquina (ótimas para quem gosta de sandboard) e num passeio pelo comércio local, que reúne restaurantes, bares e lojinhas de artesanato. A Praia Mole, próxima dali, é outra parada certa, conhecida pela paisagem cercada de costões.

Outro dia pode ficar reservado para o norte da ilha, onde ficam Jurerê Internacional e Santo Antônio de Lisboa, vila de pescadores açorianos com casario histórico e restaurantes de frutos do mar à beira-mar — boa pedida para provar ostras frescas por preço acessível fora da alta temporada. Quem tem interesse em passeios guiados, como volta de barco pela Baía Norte ou city tour histórico, pode reservar com antecedência por plataformas como a Civitatis, o que evita perder tempo organizando tudo na hora.

O terceiro dia costuma render bem no Sul da Ilha, região mais preservada, com a Praia do Campeche (acessível por trilha curta ou barco) e a Barra da Lagoa, onde dá para almoçar peixe fresco olhando o encontro do mar com o canal. Para quem tem pouco tempo, vale escolher no máximo duas praias por dia — tentar ver tudo é o caminho mais rápido para voltar cansado em vez de descansado.

Dica de Ouro: alugue um carro assim que pousar. A ilha é extensa e o transporte público não cobre bem todas as praias, então perder tempo esperando ônibus pode custar metade de um dia de folga. Reservar com antecedência pela Rentcars costuma garantir tarifas mais baixas do que fechar o aluguel só na chegada.

Quanto custa

Segundo levantamentos sobre custo de viagem para Florianópolis, uma estimativa de 5 dias para duas pessoas gira em torno de R$ 5.250, incluindo hospedagem, alimentação, passeios e deslocamento. Para uma viagem de 3 dias, dá para fazer uma proporção e estimar algo entre R$ 3.000 e R$ 3.500 para duas pessoas, dependendo do padrão de hospedagem escolhido.

A hospedagem é o item que mais varia: uma diária em hostel fica na faixa de R$ 50 a R$ 110 para duas pessoas (como no Floripa Hostel, por exemplo), enquanto hotéis de padrão intermediário passam dos R$ 250 por noite, e opções de luxo sobem ainda mais. Reservar com antecedência pelo Booking.com ajuda a comparar preços entre bairros e evitar surpresas de última hora.

Alimentação em Floripa tem boa variação: um prato de peixe ou frutos do mar em restaurante simples de bairro pode custar entre R$ 40 e R$ 70 por pessoa, enquanto casas mais turísticas em Jurerê ou na Lagoa da Conceição cobram bem mais. Fazer pelo menos uma refeição em mercados ou lanchonetes locais ajuda a equilibrar o orçamento sem abrir mão de experimentar a culinária da ilha.

O aluguel de carro é recomendado por quem já viajou para lá, já que a ilha é grande e as praias ficam distantes umas das outras — ir da parte norte até a parte sul pode levar cerca de 1 hora dirigindo. Um carro popular alugado por 3 dias costuma sair entre R$ 250 e R$ 450, dependendo da época e da antecedência da reserva, valor que se paga sozinho em tempo economizado.

Como chegar e onde ficar

De avião, o Aeroporto Internacional Hercílio Luz (FLN) recebe voos diretos de várias capitais brasileiras, o que facilita bastante para quem vem de fora do sul do país. Reservar a passagem com pelo menos um mês de antecedência, já mirando esse feriado de segunda-feira, tende a garantir tarifas bem melhores do que comprar em cima da hora.

De carro, o acesso principal é pela BR-101, para quem vem do norte ou do sul do país, com a Ponte Hercílio Luz servindo de cartão-postal na entrada da ilha (embora o tráfego principal hoje passe pelas pontes Colombo Salles e Pedro Ivo Campos). Quem sai de Curitiba leva cerca de 4 a 5 horas de estrada, e de Porto Alegre, algo perto de 6 horas, dependendo do trânsito.

Para quem prefere ônibus, há linhas regulares saindo das principais capitais do sul e do sudeste, com preço geralmente mais baixo do que o avião, mas trajeto mais longo — vale considerar só se a viagem por rodovia já fizer parte do plano de descanso.

Na hora de escolher onde ficar, a região central e a Lagoa da Conceição concentram boas opções de custo-benefício, com diárias de hostel a partir de R$ 50 e hotéis de padrão médio na faixa de R$ 150 a R$ 286 a diária, como no caso de redes já conhecidas na cidade. Quem busca mais sossego e paisagem pode considerar pousadas menores na região do sul da ilha, procurando disponibilidade pelo Booking.com com antecedência, já que mesmo fora da alta temporada os melhores endereços esgotam rápido perto de feriados.

Erros que estragam a viagem

O primeiro erro comum é tentar visitar praias muito distantes no mesmo dia, ignorando que a ilha pode levar cerca de 1 hora de carro entre extremos. Isso transforma o passeio em tempo de estrada e reduz o tempo real de aproveitar cada lugar — melhor dividir por região, como sugerido no roteiro acima.

Outro deslize é não reservar hospedagem com antecedência achando que, por ser feriado de baixa temporada, sempre vai sobrar vaga. Mesmo em setembro, os endereços mais bem avaliados da Lagoa da Conceição e do Centro costumam lotar rápido perto de feriados prolongados, então garantir a reserva com pelo menos duas ou três semanas de antecedência evita pagar mais caro de última hora.

Chegar sem carro alugado também costuma pesar no bolso e no tempo, já que táxis e aplicativos entre praias distantes saem caros e o transporte público não cobre bem toda a extensão da ilha. Fechar o aluguel antes da viagem, comparando opções pela Rentcars, evita ficar refém de preços inflados no balcão do aeroporto.

Por fim, vale evitar deixar tudo para resolver na chegada, como passeios de barco ou trilhas guiadas — mesmo fora de temporada, alguns roteiros têm vagas limitadas. Organizar com antecedência pela Civitatis garante o horário certo e ainda deixa mais tempo livre para aproveitar as praias sem pressa.

Se você gosta desse tipo de roteiro certeiro para aproveitar feriados prolongados sem gastar dia de férias, vale se inscrever na newsletter do Modo Viagem. A cada novo feriado no calendário, mandamos guias como este direto no seu e-mail, com datas confirmadas, custos reais e dicas práticas para fechar a mala com confiança.

Já imaginou essa escapada?

Confere quando é o próximo feriado prolongado e começa a reservar. O feriado certo é simplesmente incrível.

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